Apresentação
A apresentação foi uma realização da Fundação Clovis Salgado, em seu projeto Serie de Concertos no Parque. Contou com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob a regência de Charles Roussin.
O programa apresentou obras de Mozard, Beethoven, Dvorak e Strauss.
A apresentação ocorreu em um palco, montado no Parque Municipal Américo Renné Gianneti, com uma arquitetura semelhante à fachada do Palácio das Artes.
O projeto Serie de Concertos no Parque está em sua temporada 2009, com apresentações mensais e gratuitas. A próxima será no dia 28 de junho no mesmo local.
Parque Municipal Américo Renné Gianneti
Idealizado pelo engenheiro Aarão Reis e projetado pelo arquiteto francês Paul Villon, o projeto é uma mistura de elementos locais e europeus. O coreto, por exemplo, foi trazido da Bélgica, já a sua flora – a qual conta hoje com mais de 400 espécies – foi recolhida de diversos quintais de Belo Horizonte.
Com a construção de hospitais à sede de clube de futebol (que depois virou supermercado), o verde foi cedendo para o concreto. Planejado para ser um dos maiores parques urbanos da América do Sul, a sua área inicial era de quase 600 mil metros quadrados. Atualmente ele está reduzido a menos de um terço desse tamanho.
O local conta com um pequeno parque de diversões – com brinquedos tradicionais, nada de muito radical – e com um belo espaço para apresentação de shows musicais e teatrais, o Teatro Francisco Nunes. Há ainda uma quantidade de pipoqueiros e baleiros suficiente para dar conta de todos os casais de namorados e de pais e avós com crianças a tiracolo.
Orquestra Sinfônica de Minas Gerais
Entre os regentes titulares de sua história, figuram os maestros Wolfang Groth, Emilio De César, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto da Fonseca, Aylton Escobar, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej e Marcelo Ramos.
Também regeram a OSMG personalidades como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Cláudio Santoro, Camargo Guarnieri, Benito Juarez, Alceo Bocchino, Marc Trautman, Roberto Duarte, Carlos Prates, Per Brevig, Roberto Schnorremberg, Johannes Homberg, Eugene Kohne e outros célebres maestros convidados.
Desde sua criação, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais vem cumprindo o papel de difusora da música erudita para o grande público. Só em 2008, foram realizados sessenta concertos. Sempre aprimorando a excelência de sua performance, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais diversificou sua atuação em óperas, balés, concertos, apresentações ao ar livre, na capital e no interior, executando um repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo.


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