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Origem do Termo
O termo férias designa o período de descanso a que têm direito empregados, servidores públicos, estudantes etc., depois de passado um ano ou um semestre de trabalho ou de atividades. Provém do latim 'feria, -ae', singular de 'feriae, -arum', que significava, entre os romanos, o dia em que não se trabalhava por prescrição religiosa.
A palavra latina encontra-se também na denominação dos dias da semana do calendário elaborado pelo imperador romano Constantino, no século III d.C., que os santificou com o nome de 'feria' e o sentido de comemoração religiosa: 'Prima feria, Secunda feria, Tertia feria, Quarta feria, Quinta feria, Sexta feria e Septima feria'. No século IV, ainda por influência da Igreja, 'prima feria' foi substituído por 'Dominicus dies'(dia do Senhor) e 'septima feria' transformou-se em 'sabbatu', dia em que os primeiros judeus cristãos se reuniam para orar. A língua portuguesa foi a única a manter a palavra 'feira' nos nomes dos dias de semana.
Férias Escolares no Brasil
As férias escolares geralmente variam entre 90 e 120 dias, não consecutivos. No Brasil, consideram-se como meses de férias escolares: janeiro, julho e dezembro. Algumas escolas e universidades também consideram parte de fevereiro como período de férias. Para os estudantes da rede pública de ensino, o período de férias é de uma semana em julho, uma semana em dezembro e todo o mês de janeiro.
Biblioteca de Codrington / Universidade de Oxford - Inglaterra
Biblioteca Bodleiana / Universidade de Oxford - Inglaterra
Biblioteca Estadual de Legislatura – Iowa / EUA
Sala de leitura do Museu Britânico
Biblioteca Riksdagen do Parlamento Sueco – Estocolmo

S. João Evangelista / Biblioteca Strahov (gabinete barroco) – Praga
Biblioteca John Rylands –
Biblioteca Nacional / Paris
Cornell
Biblioteca klementium- Praga
Biblioteca Pierpont Morgan – Nova York
Biblioteca do Monastério Beneditino de Admont – Áustria
Biblioteca Riggs / Universidade de Georgetown – Estados Unidos
O Palácio Nacional de Mafra é um palácio e mosteiro monumental de estilo barroco localizado em Mafra (Portugal) a cerca de 25 quilómetros de Lisboa. Foi iniciado em 1717 no reinado de D. João V, em consequência de uma promessa que o jovem rei fizera se a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi considerado uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.
O maior tesouro de Mafra é a sua biblioteca, com chão em mármore, estantes em estilo rococó e uma coleção de mais de 40.000 livros com encadernações em couro gravadas a ouro, incluindo uma segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões. Situada ao fundo do segundo piso é a estrela do palácio, rivalizando em grandiosidade com a Biblioteca da Abadia de Melk, na Áustria. Construida por Manuel Caetano de Sousa, tem
A Biblioteca Apostólica Vaticana é a mais antiga biblioteca da Europa, mesmo não sendo a primeira biblioteca Papal. Foi o primeiro núcleo de coleções pontifícias (religiosas), fundada por Nicolau V em 1450, com a herança das velhas bibliotecas dos Papas.
Em 1475, seu sucessor, Sisto IV, fiel ao espírito renascentista, decidiu permitir o acesso dos eruditos aos 2.524 textos santos e profanos ali reunidos. No começo, a biblioteca teve um caráter especial: era composta por Bíblias e trabalhos teológicos, mas especializou-se depois em trabalhos seculares, sobretudo, os clássicos em grego e em latim.
Atualmente possui mais de 8,3 mil incunábulos (livros impressos nos primórdios da imprensa, por volta do século XV), 150 mil codex manuscritos, 100 mil gravuras e desenhos, 300 mil moedas e medalhas e quase 20 mil objetos de valor artístico.
Alguns dos principais assuntos cobertos por essa biblioteca são: ciência, arte, Reforma Protestante e a Contra-Reforma Católica. Na ciência, porque foi criada sob o influxo do Iluminismo, reunindo o entusiasmo dos eruditos pela arqueologia, com a nova consciência da história desenvolvida no século XVIII. Na arte, pois incluía não apenas livros, mas também curiosidades e objetos de interesse artístico e científico.
Por fim, na religião, devido a participação dos Papas, com suas coleções particulares. A estrutura das coleções é dividida pela língua (idioma: grego e latim). Todos os manuscritos, nas várias coleções, são limitados em códices seqüencialmente numerados. Um artigo em um codex é identificado corretamente pelo nome da coleção apropriada, da língua, do número e da folha ocupado pelo artigo.
Os bibliotecários eram freqüentemente distintos "scholars" homens cultos, estudiosos e de formação humanística, exemplo os Papas e os monges.
Foi desenvolvido por cientistas norte-americanos um grandioso e complexo projeto de microfilmagem dos tesouros bibliográficos da Biblioteca Vaticana, sobretudo dos manuscritos. Tal trabalho possibilita aos interessados, cópias em microfilme dessas fontes históricas de informação, poupando-os de uma viagem a Roma, porém, há necessidade de se verificar primeiramente, a atualização das obras nas coleções.
Há também um sistema de identificação RFID, com chips, que visa reduzir os riscos de roubos e facilitar os trabalhos diários na biblioteca, como a revisão das salas, a organização dos livros nas estantes e a classificação de 1,7 milhão de obras.



O Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães (MMPDG) foi criado pela Lei Municipal nº 2.354 de 13/08/1974, pelo prefeito Oswaldo Pieruccetti e implantado com a colaboração da administração do Estado de Minas Gerais, que cedeu à Prefeitura de Belo Horizonte as amostras da antiga exposição da “Feira Permanente de Amostras”. Assim iniciou seus trabalhos aos 12 de dezembro de 1974.
Sua primeira sede, no período 1974 a 1992, foi o prédio neogótico, em estilo manuelino, construído em 1914 para abrigar o Conselho Deliberativo da capital, localizado na Rua da Bahia esquina com Av. Augusto de Lima, onde hoje se encontra o Centro de Cultura Belo Horizonte, que está em reforma.
Após fechar por oito anos, reabre no dia 21 de junho de 2000, como parte integrante do Memorial da Mineração, na Praça da Liberdade, no prédio conhecido por “Rainha da Sucata”, de concepção pós-moderna, de autoria dos arquitetos Éolo Maia e Sylvio Emrich de Podestá. O prédio foi construído entre 1986 e 1990 e projetado para ser um centro de apoio ao turismo, na qual há o emprego de materiais de revestimento com características regionais, porém respeitada a tipologia dos prédios neoclássicos existentes na Praça da Liberdade.
O Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães ocupa três andares no Prédio “Rainha da Sucata”.
Com o empenho da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, da Secretaria Estadual de Minas e Energia e da COMIG, conseguiram seu funcionamento em local nobre de Belo Horizonte. A edificação é construída com uma variedade de materiais provenientes da mineração, siderurgia e metalurgia, o que gera uma harmonia entre as amostras em exposição no Museu e os vários aspectos observáveis do prédio.
Do acervo, cerca de 1.000 amostras estão expostas na sede do MMPDG, de um conjunto total de mais de 3.000, sendo que 70 a 80% dele são procedentes de ocorrências de Minas Gerais. Amostras de outros estados brasileiros compõem 10 a 15% e as restantes são oriundas de outros países.
O projeto museológico foi concebido por Agostinho Barroso, na época, diretor do Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto.
Seu maior objetivo é divulgar aos cidadãos de Belo Horizonte a produção mineral do Estado de Minas Gerais, destacando sua importância histórica, econômica e cultural no cenário mineiro, nacional e internacional.
Outro alvo é o relacionamento da matéria-prima com o produto, de tal forma que os estudantes possam ter conhecimento da importância dos recursos minerais em seu dia-a-dia.
A organização do espaço físico permite a circulação dos visitantes em uma única direção. As vitrines, os móveis, bem como a iluminação e as persianas integram o projeto elaborado por Éolo Maia, que permitiu uma harmonização entre as vitrines, os pedestais e as amostras com o ambiente.
O primeiro piso está organizado em três ambientes, além daqueles destinados à infra-estrutura de apoio, como copa, sanitários e áreas de circulação. São eles: Sala Memorial Professor Djalma Guimarães, Sala da Coleção Permanente e Auditório.
O segundo piso foi destinado a atividades interativas, que ocupam a maior parte do salão principal, a exposições temporárias de curta e média duração, um ambiente especial para rochas e rochas ornamentais, uma sala destinada à pesquisa e a administração.
O acervo técnico do Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães é constituído por amostras de minerais, rochas, minérios, gemas, fósseis, réplicas fossilíferas, réplicas de gemas e meteoritos. Da reserva técnica fazem parte as ligas metálicas e outros produtos derivados de recursos minerais.
As primeiras amostras do MMPDG são oriundas da exposição existente na antiga Feira Permanente de Amostras, extinta nos anos 60. Deste conjunto faz parte um cristal de quartzo de aproximadamente 5 toneladas, procedente de Teófilo Otoni - MG, conhecido como “Patriarca”, exposto na entrada do prédio “Rainha da Sucata”.
A ampliação do acervo deu-se, principalmente, através de doações alcançando, atualmente, um número superior a 3.000 amostras.
O acervo bibliográfico do MMPDG é constituído por livros, periódicos e publicações científicas e didáticas na área das Geociências. Um de seus objetivos é o atendimento à pesquisa dos usuários; o suporte à pesquisa interna, necessária à organização, classificação, descrição das amostras que compõem o acervo técnico do Museu; e a elaboração de aulas e cursos.
A Coleção Djalma Guimarães é um destaque do acervo, essencialmente, textual e bibliográfico do Museu. Organizada e disponibilizada ao público, é constituída por um conjunto de trabalhos publicados, livros, aulas, fotografias, estudo de seções delgadas e polidas, discursos, entre outros, a maior parte de autoria do próprio Prof. Djalma Guimarães, sendo vários dedicados aos seus amigos.
Os projetos em desenvolvimento pretendem dinamizar a atuação do MMPDG para atender às áreas educacional, cultural, de pesquisa, de lazer e de turismo.
Vários projetos são desenvolvidos, dentre eles: Visitas Monitoras, Circuito Permanente para Deficientes Visuais (amostras com identificação em braile ou transmitidas por áudio), Coleções Temporárias Especiais, Jornal Feira de Amostras (focaliza uma personalidade importante da área das Geociências, trazendo seu principal tema de trabalho e divulga os projetos do Museu), Cursos Introdutórios, Cursos de Atualização (cursos voltados para a matéria dada nas escolas e áreas com maior vocação para o turismo), Ciclo de Palestras, Museu Itinerante (exposições de algum material do museu em outros locais), Filme no Museu, Concursos de Fotografias, Pesquisa no Museu, dentre outros.