quinta-feira, 25 de junho de 2009

Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães



O Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães (MMPDG) foi criado pela Lei Municipal nº 2.354 de 13/08/1974, pelo prefeito Oswaldo Pieruccetti e implantado com a colaboração da administração do Estado de Minas Gerais, que cedeu à Prefeitura de Belo Horizonte as amostras da antiga exposição da “Feira Permanente de Amostras”. Assim iniciou seus trabalhos aos 12 de dezembro de 1974.

Sua primeira sede, no período 1974 a 1992, foi o prédio neogótico, em estilo manuelino, construído em 1914 para abrigar o Conselho Deliberativo da capital, localizado na Rua da Bahia esquina com Av. Augusto de Lima, onde hoje se encontra o Centro de Cultura Belo Horizonte, que está em reforma.

Após fechar por oito anos, reabre no dia 21 de junho de 2000, como parte integrante do Memorial da Mineração, na Praça da Liberdade, no prédio conhecido por “Rainha da Sucata”, de concepção pós-moderna, de autoria dos arquitetos Éolo Maia e Sylvio Emrich de Podestá. O prédio foi construído entre 1986 e 1990 e projetado para ser um centro de apoio ao turismo, na qual há o emprego de materiais de revestimento com características regionais, porém respeitada a tipologia dos prédios neoclássicos existentes na Praça da Liberdade.

O Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães ocupa três andares no Prédio “Rainha da Sucata”.

Com o empenho da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, da Secretaria Estadual de Minas e Energia e da COMIG, conseguiram seu funcionamento em local nobre de Belo Horizonte. A edificação é construída com uma variedade de materiais provenientes da mineração, siderurgia e metalurgia, o que gera uma harmonia entre as amostras em exposição no Museu e os vários aspectos observáveis do prédio.

Do acervo, cerca de 1.000 amostras estão expostas na sede do MMPDG, de um conjunto total de mais de 3.000, sendo que 70 a 80% dele são procedentes de ocorrências de Minas Gerais. Amostras de outros estados brasileiros compõem 10 a 15% e as restantes são oriundas de outros países.

O projeto museológico foi concebido por Agostinho Barroso, na época, diretor do Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto.

Seu maior objetivo é divulgar aos cidadãos de Belo Horizonte a produção mineral do Estado de Minas Gerais, destacando sua importância histórica, econômica e cultural no cenário mineiro, nacional e internacional.

Outro alvo é o relacionamento da matéria-prima com o produto, de tal forma que os estudantes possam ter conhecimento da importância dos recursos minerais em seu dia-a-dia.

A organização do espaço físico permite a circulação dos visitantes em uma única direção. As vitrines, os móveis, bem como a iluminação e as persianas integram o projeto elaborado por Éolo Maia, que permitiu uma harmonização entre as vitrines, os pedestais e as amostras com o ambiente.

O primeiro piso está organizado em três ambientes, além daqueles destinados à infra-estrutura de apoio, como copa, sanitários e áreas de circulação. São eles: Sala Memorial Professor Djalma Guimarães, Sala da Coleção Permanente e Auditório.

O segundo piso foi destinado a atividades interativas, que ocupam a maior parte do salão principal, a exposições temporárias de curta e média duração, um ambiente especial para rochas e rochas ornamentais, uma sala destinada à pesquisa e a administração.

O acervo técnico do Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães é constituído por amostras de minerais, rochas, minérios, gemas, fósseis, réplicas fossilíferas, réplicas de gemas e meteoritos. Da reserva técnica fazem parte as ligas metálicas e outros produtos derivados de recursos minerais.

As primeiras amostras do MMPDG são oriundas da exposição existente na antiga Feira Permanente de Amostras, extinta nos anos 60. Deste conjunto faz parte um cristal de quartzo de aproximadamente 5 toneladas, procedente de Teófilo Otoni - MG, conhecido como “Patriarca”, exposto na entrada do prédio “Rainha da Sucata”.

A ampliação do acervo deu-se, principalmente, através de doações alcançando, atualmente, um número superior a 3.000 amostras.

O acervo bibliográfico do MMPDG é constituído por livros, periódicos e publicações científicas e didáticas na área das Geociências. Um de seus objetivos é o atendimento à pesquisa dos usuários; o suporte à pesquisa interna, necessária à organização, classificação, descrição das amostras que compõem o acervo técnico do Museu; e a elaboração de aulas e cursos.

A Coleção Djalma Guimarães é um destaque do acervo, essencialmente, textual e bibliográfico do Museu. Organizada e disponibilizada ao público, é constituída por um conjunto de trabalhos publicados, livros, aulas, fotografias, estudo de seções delgadas e polidas, discursos, entre outros, a maior parte de autoria do próprio Prof. Djalma Guimarães, sendo vários dedicados aos seus amigos.

Os projetos em desenvolvimento pretendem dinamizar a atuação do MMPDG para atender às áreas educacional, cultural, de pesquisa, de lazer e de turismo.

Vários projetos são desenvolvidos, dentre eles: Visitas Monitoras, Circuito Permanente para Deficientes Visuais (amostras com identificação em braile ou transmitidas por áudio), Coleções Temporárias Especiais, Jornal Feira de Amostras (focaliza uma personalidade importante da área das Geociências, trazendo seu principal tema de trabalho e divulga os projetos do Museu), Cursos Introdutórios, Cursos de Atualização (cursos voltados para a matéria dada nas escolas e áreas com maior vocação para o turismo), Ciclo de Palestras, Museu Itinerante (exposições de algum material do museu em outros locais), Filme no Museu, Concursos de Fotografias, Pesquisa no Museu, dentre outros.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Série Orquestras no Parque - 31/05

Apresentação

A apresentação foi uma realização da Fundação Clovis Salgado, em seu projeto Serie de Concertos no Parque. Contou com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob a regência de Charles Roussin.

O programa apresentou obras de Mozard, Beethoven, Dvorak e Strauss.

A apresentação ocorreu em um palco, montado no Parque Municipal Américo Renné Gianneti, com uma arquitetura semelhante à fachada do Palácio das Artes.

O projeto Serie de Concertos no Parque está em sua temporada 2009, com apresentações mensais e gratuitas. A próxima será no dia 28 de junho no mesmo local.


Parque Municipal Américo Renné Gianneti

O Parque Municipal Américo Renné Gianneti, ou apenas Parque Municipal, foi criado em 1897 e é o primeiro jardim público da capital mineira. Era ali, ainda na época da Belo Horizonte arraial, que se localizava a “Chácara do Sapo”. Assim como outras obras da cidade mineiras, o parque tomou forma e cor tendo a arquitetura francesa como referência principal.

Idealizado pelo engenheiro Aarão Reis e projetado pelo arquiteto francês Paul Villon, o projeto é uma mistura de elementos locais e europeus. O coreto, por exemplo, foi trazido da Bélgica, já a sua flora – a qual conta hoje com mais de 400 espécies – foi recolhida de diversos quintais de Belo Horizonte.

Com a construção de hospitais à sede de clube de futebol (que depois virou supermercado), o verde foi cedendo para o concreto. Planejado para ser um dos maiores parques urbanos da América do Sul, a sua área inicial era de quase 600 mil metros quadrados. Atualmente ele está reduzido a menos de um terço desse tamanho.

O local conta com um pequeno parque de diversões – com brinquedos tradicionais, nada de muito radical – e com um belo espaço para apresentação de shows musicais e teatrais, o Teatro Francisco Nunes. Há ainda uma quantidade de pipoqueiros e baleiros suficiente para dar conta de todos os casais de namorados e de pais e avós com crianças a tiracolo.


Orquestra Sinfônica de Minas Gerais

Um dos três corpos artísticos mantidos pela Fundação Clóvis Salgado, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais foi criada no dia 02 de setembro de 1976.

Entre os regentes titulares de sua história, figuram os maestros Wolfang Groth, Emilio De César, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto da Fonseca, Aylton Escobar, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej e Marcelo Ramos.

Também regeram a OSMG personalidades como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Cláudio Santoro, Camargo Guarnieri, Benito Juarez, Alceo Bocchino, Marc Trautman, Roberto Duarte, Carlos Prates, Per Brevig, Roberto Schnorremberg, Johannes Homberg, Eugene Kohne e outros célebres maestros convidados.

Desde sua criação, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais vem cumprindo o papel de difusora da música erudita para o grande público. Só em 2008, foram realizados sessenta concertos. Sempre aprimorando a excelência de sua performance, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais diversificou sua atuação em óperas, balés, concertos, apresentações ao ar livre, na capital e no interior, executando um repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo.


segunda-feira, 22 de junho de 2009

Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte




O Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH) está localizado na Rua Itambé, 227, no Bairro Floresta.

Criado em 1991, como parte da estrutura da Administração Direta da Prefeitura de Belo Horizonte, após a reforma de 2004 passou a fazer parte da Fundação Municipal de Cultura.

O objetivo desse arquivo é permitir amplo acesso aos documentos com valor probatório ou legal, guardar os documentos permanentes da administração pública e guardar os documentos privados de interesse público.

O APCBH apresenta as seguintes divisões:

- Divisão de Gestão de Documentos: tem como função básica a promoção e o desenvolvimento de uma política de gerenciamento dos documentos produzidos e recebidos pela administração pública municipal, desde a fase de produção até sua destinação final, a eliminação ou guarda permanente. Para a efetivação desse gerenciamento são necessárias algumas ferramentas operacionais. Esse trabalho é realizado com base na "Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo da Administração Direta da Prefeitura de Belo Horizonte" e de cursos e treinamentos aos funcionários da área de arquivos.

- Divisão de Arquivos Permanentes: É no arquivo permanente que se encontram os documentos de valor histórico, probatório e informativo que devem ser definitivamente preservados. Cabe a essa divisão registrar, arranjar, descrever e conservar os conjuntos documentais de valor permanente, em seus diversos suportes e formatos: mapas, plantas, cartazes, diapositivos, negativos, papel, fitas, discos e slides. Esses documentos que compõem o acervo do APCBH são derivados de órgãos das diversas unidades da administração municipal e de doações particulares. É ainda função dessa divisão apoiar às atividades de consulta, divulgação e viabilização do acesso aos documentos. Esse acesso é facilitado por meio da elaboração de listagens e instrumentos de pesquisa: inventários, catálogos, guias e índices. Tem também como função orientar e promover a conservação dos documentos sob seus cuidados, através de atividades da preservação, reprodução e reformatação, e também a criação de sistemas de informação para pesquisa ao acervo e expedição de certidões para fins probatórios.

- Divisão de Conservação: Essa divisão foi criada com o objetivo de elaborar um programa de conservação preventiva; promover as atividades de reprodução de documentos de acordo com o programa de conservação; promover e acompanhar a execução das atividades de conservação, bem como elaborar diagnósticos periódicos sobre o estado de conservação do acervo; elaborar instruções sobre conservação e demais atividades de proteção física dos documentos contra agentes de deterioração; promover treinamentos na área de conservação; coordenar as atividades de microfilmagem e preservação de microfilmes de acordo com o programa de conservação; desenvolver técnicas de acondicionamento do acervo, considerando as especificidades de suporte e formato; elaborar projetos de recuperação e reforço de documentos deteriorados e danificados.

- Divisão de Pesquisa, Informação e Difusão Cultural: Essa divisão foi criada com o objetivo de dar ao público em geral o acesso às informações de que consta o acervo do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte. Para tanto, realiza pesquisas históricas, como a do projeto "Histórias de Bairros de Belo Horizonte"; promove eventos, como os do projeto "Novos Registros"; mantém o site institucional e promove atividades de educação patrimonial, sendo responsável pelo atendimento ao público estudantil através das visitas técnicas e visitas monitoradas.

O arquivo é mantido pela prefeitura municipal e recebe também verba de incentivos fiscais, projetos e parcerias. Todos podem agendar uma visita ao arquivo, quando quiserem obter mais informações ou apenas fazer uma visita.

Ao Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte são recolhidos os acervos acumulados e produzidos pelos diversos órgãos da administração pública municipal incluindo os documentos restantes de órgãos extintos. Tais acervos são organizados em fundos e coleções.

Fundos são conjuntos de documentos organicamente produzidos e acumulados por uma pessoa física ou jurídica, em função de suas atividades. Os documentos pertencentes a um mesmo fundo guardam relação orgânica entre si, constituindo uma unidade distinta de outros documentos pertencentes a outro fundo.

Coleção é uma reunião artificial de documentos que, não mantendo relação orgânica entre si, apresentam alguma característica comum.

Existem ainda coleções de documentos em diversos suportes recolhidos ao arquivo por meio de outros mecanismos: doação, compra e permuta.

Aqueles já devidamente arranjados e acondicionados permitem a pesquisa direta, ou seja, por meio da consulta ao instrumento de pesquisa (inventários ou listagens preliminares), que possibilita ao usuário recuperar com relativa precisão a informação ou documento desejado. Os fundos e coleções ainda não arranjados podem ser acessados de maneira indireta, com a assistência dos funcionários do APCBH.


quinta-feira, 18 de junho de 2009

A Indústria Cultural


Quando é abordado um tema como a Indústria Cultural, a primeira grande indagação que se quer ver respondida de imediato é: A Indústria Cultural é boa ou má para o homem, é adequada ou não ao desenvolvimento das potencialidades e projetos humanos? E é normal que isso aconteça, nós temos a tendência em dividir as coisas entre boas ou ruins, mesmo que isso não seja certo.

Como isso existe e está sempre presente, torna-se impossível deixar estes aspectos de lado.

Sem contar que a Indústria Cultural é um daqueles objetos que se dão a conhecer antes por suas qualidades indicativas, ou aspectos exteriores, do que por sua constituição interior, estrutural - e uma de suas qualidades indicativas mais nítidas e marcantes é exatamente esse seu aspecto ético.

Portanto a Indústria Cultural é benéfica e essencial, pois possibilita a disseminação do conhecimento (em todas as áreas), e conhecimento é a chave para a solução de qualquer problema, interação entre as pessoas, entre outros benefícios.

É através dela, que estamos aqui hoje, debatendo temas, fazendo amigos, nos divertindo, às vezes brigando, mas na busca por dias melhores.


Para mais informações sobre a industria cultural acesse:

- Pontos contra: http://www.eci.ufmg.br/bogliolo/downloads/TGI002_2009_1_SemB_G4_M.ppt

- Pontos a favor: http://www.eci.ufmg.br/bogliolo/downloads/TGI002_2009_1_SemB_G5_M.ppt

Slides feitos pelos grupos 4 e 5 da Disciplina de Cultura e Informação, Biblioteconomia, 1° Período, Diurno.



terça-feira, 16 de junho de 2009

Programa Carro-Biblioteca UFMG


O Programa Carro-Biblioteca: Frente de Leitura é o segundo mais antigo Programa de Extensão da UFMG. Foi criado em 1973, através de um convênio com o então Instituto Nacional do Livro (INL), completando em 2009, trinta e seis anos de trabalhos ininterruptos.

Teve como primeiro veiculo uma kombi, que foi substituída em 1988 por um microônibus. Em 2006 foi inaugurado um Ônibus urbano, adaptado para oferecer os serviços de uma biblioteca com telecentro.


Atualmente o Programa Carro-Biblioteca: Frente de Leitura apresenta-se composto pelos seguintes projetos:

- Projeto Encontros de Leitura

- Projeto Inclusão Digital: o Carro-Biblioteca da UFMG como telecentro

- Projeto Boletim Bairro-a-Bairro

- Projeto Educação para preservação: uma estratégia para conservação de acervos bibliográficos


Comunidades atendidas:

- IPIRANGA (segundas à tarde)

- BONSUCESSO (terças de manhã)

- SÃO BENEDITO (quartas à tarde)

- LAGOA (quintas de manhã)

- FRIMISA (sextas à tarde)


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Visita à Associação Sócio-Cultural Clubinho da Tia Vera


A Associação Sócio-Cultural Clubinho Tia Vera, localiza-se no bairro Paulo VI, na cidade de Belo Horizonte.

O objetivo da associação é trazer melhorias para a comunidade, melhorias sociais, culturais, de inclusão digital, etc.

Recebe em média de 70 a 130 crianças por dia. Há um comodato de crianças que estudam em alguma escola da comunidade, que ficam um período na associação.

A associação é coordenada pela equipe “Linha de Frente”, cuja responsável é Vera Lúcia Monteiro, mais conhecida como Tia Vera.

Há vários projetos em andamento dentro da associação, dentre eles: cursos de inglês, de informática, de modelo e manequim, de dedoche. Eles também conseguiram consultas de medicina alternativa (acupuntura) a preços populares para o pessoal da comunidade.

Os projetos mantidos pela associação são divulgados no “Jornal Comunitário” e através da comunicação informal.

É atendida diariamente uma população eclética, de toda a região, em geral, por meio expediente.

A associação se mantém através da mensalidade que algumas crianças pagam (somente aquelas que têm condições para isso), de doações, de eventos. Atualmente, não recebe incentivos governamentais.

A equipe está desenvolvendo um projeto para construir uma sede oficial para a Associação de Moradores do Paulo VI, com uma biblioteca, para assumir o lugar do Clubinho (que funciona na casa da Tia Vera). Eles já dispõem do terreno e também da planta, e estão fazendo algumas negociações para a construção e futuras despesas.

Na comunidade do bairro Paulo VI, o carro-biblioteca iniciou sua historia no dia 4 de fevereiro de 2009 no Clubinho Tia Vera. O horário é todas as quartas feiras, de 14:00 as 17:00. O veiculo abrange toda a comunidade.


OBS: Foi através de um passei no carro-biblioteca que fui fazer uma visita ao Clubinho Tia Vera.


Carro Biblioteca



É fruto de uma parceria entre a Fundação Municipal de Cultura e a Escola de Ciência da Informação da UFMG.

O “veiculo literário” está sob a coordenação da Diretora de Leitura e Informação da Fundação Municipal de Cultura.

Horário e local de funcionamento:

2ª feira, das 9h às 12h – Praça Assis Brasil (Biblioteca Regional Bairro Renascença)

3ª feira, das 9h às 12h – (Biblioteca Regional São Cristóvão)

4ª feira, das 9h às 12h – Praça Triunfo (Biblioteca Regional Bairro das Indústrias)

5ª feira, das 14h às 17h – Praça Bom Jesus e Santo André (Biblioteca Regional São Cristóvão)

6ª feira, das 9h às 12h – Biblioteca Regional Santa Rita

Visita à Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte


Inaugurada em 7 de fevereiro de 1991 no governo do prefeito Eduardo Azeredo, a Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte (BPIJBH) Foi um projeto desenvolvido pela professora Maria Antonieta Antunes Cunha.

O principal objetivo da biblioteca é divulgar o livro literário e cuidar da cultura da criança e do adolescente. É a única biblioteca municipal da cidade e que tem preocupação com esse público específico (crianças e adolescentes).

A biblioteca é composta por uma ala de exposição, sala de leitura, sala de pesquisa Vovô Felício, oficina de arte, amostra de contação de historias, brinquedoteca, gibiteca. Disponibiliza um acervo de mais de 20.000 títulos para todas as idades, a gibiteca, inaugurada em 1992, uma das maiores do país mantida pelo poder público, dispõe um acervo de 19.000 quadrinhos da década de 40 até os mais atuais e obras raras de interesse de pesquisadores.

A equipe técnica da biblioteca é composta por: bibliotecário de processamento técnico, Gisela Maria Miranda Ribeiro Alves; bibliotecário de referencia, Silvio Reis Bastos; diretora, Maria do Carmo Santos Maggi; estagiários de nível superior e médio, auxiliares administrativos e especialistas em: literatura, artes plásticas, teatro e pedagogia.

Como parte da Fundação Municipal de Cultura, a biblioteca é mantida pela prefeitura, podendo buscar verba em outros patrocínios.

Existe interação com outros centros culturais e bibliotecas regionais, onde fazem atualização de banco de dados, tratamento da informação e conteúdo da linguagem.

Alem de ser biblioteca, funciona também como centro cultural onde o publico tem acesso a uma programação mensal diferenciada, veja alguns projetos:

  • Contando História: reuniões de contadores de história.
    • Era uma vez... na sexta: “contação” de história todas as sextas-feiras, aberta ao público.
    • Era uma vez... no domingo: “contação” de história aos domingos, aberta ao público.
    • Era uma vez... no hospital: Desenvolve atividades de leitura e recreação com crianças no setor de pediatria do Hospital Odilon Behrens.
  • Belas artes: todo mês tem uma exposição diferente agendada, e exposições escolares de produção dos alunos.
  • Dia-a-dia: visitas escolares na BPIJBH.
  • Projeto multiplique: oficina para multiplicadores de “contação” de história, incluso no projeto Contando História.

Os projetos e atividades atendem toda a Região Metropolitana, Grande BH e recebe estudantes de varias cidades do interior de Minas Gerais.

A BPIJBH divulga suas atividades através do site, de folders, da mala eletrônica, da imprensa escrita e falada, dos visitantes, das excursões escolares e do Programe BH.

Informações técnicas da biblioteca: o software adotado na manutenção do sistema de informação é o Notes; as bases de dados utilizadas são a da Biblioteca Nacional e a da Library of Congress; o código de catalogação é o AACR2 e o de classificação é a CDD; utilizam a tabela Cutter e controle de vocabulário.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Visita à Biblioteca Monteiro Lobato



Visita à Biblioteca Monteiro Lobato do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – Campus Muzambinho, Localizado na cidade de Muzambinho (MG), no Bairro Morro Preto.

Fundada em 1º de março de 1953, a biblioteca conta com um espaço de 713,33m², divididos em vários espaços: sala da leitura, videoteca e mapoteca, sala de multimídia, sala de estudos individuais ou em grupo, sala de orientação à pesquisa cientifica e laboratório de informática.

Como parte de um instituto de ensino, seu objetivo é oferecer informações aos alunos, professores e funcionarios da melhor forma possível, com ênfase em assuntos relacionados aos cursos oferecidos. Usuários sem vínculos com o instituto podem realizar as suas pesquisas dentro da biblioteca, se acaso necessitarem dos documentos que nela consta.

A biblioteca é mantida integralmente pelo Governo Federal e conta com cinco funcionários, sendo apenas um graduado em biblioteconomia e os demais concursados como auxiliares de biblioteca e administradores.

As variedades de projetos feitos ou em andamento são de grande importância para seus usuários. Recentemente é realizado um projeto de “Grupo de Leitura”, onde os alunos escolhem um livro (para vestibular ou de seu interesse) para que seja discutido, comentado e questionado, assim com a prévia leitura do livro, o aluno conseguirá fixar melhor seu conteúdo e tirar dúvidas. A biblioteca também participa de um grupo de iniciação científica que auxilia os alunos na normalização de trabalhos comuns ou de conclusão de curso (TCC) de acordo com a ABNT. Os feitos mais recentes da biblioteca foram: Feira do Conhecimento (realizado a cada 2 anos em todo o instituto), projeto de demonstração e utilização de materiais específicos para deficientes e cessão do local para Saraus.

Os projetos e feiras recebem pessoas de toda a região e tem como forma de divulgação a rádio da escola e da cidade, o site do instituto e cartazes, que são afixados em escola e outros estabelecimentos.

O acervo, de aproximadamente 13.500 obras, com livros didático, técnico e de literatura, periódicos e monografias.


Para saber mais sobre a biblioteca e o instituto acesse: www.eafmuz.gov.br

Blogs, Blogs e mais Blogs





Como mencionado anteriormente, esse blog foi criado para um trabalho de informática da Faculdade. Meus colegas de turma também criaram os seus blogs e também trarão um conteúdo inteligente.


Espero que gostem de todos os blogs, abaixo alguns:

blogdorozero.blogspot.com

rabiblio.blogspot.com

blogcultinfo.blogspot.com

deiseeci.blogspot.com

hudson-tudao.blogspot.com

fernandaarodrigues.blogspot.com

eleazardabiblio.blogspot.com

alegro1.blogspot.com

kykananda.blogspot.com

codiceinfor.blogspot.com

ronaldcarioca.blogspot.com

gesnerbiblio.blogspot.com

tacibiblio.blogspot.com

crisbiblioteconomia.blogspot.com

blogsarinhaufmg.blogspot.com

blogdobibliotecario.blogspot.com

biblioeci.blogspot.com

thalitabiblio.blogspot.com

blogdaticinha.blogspot.com


Quem não estiver com o blog na lista deixe um comentário com o blog que eu adiciono no post



Biblioteconomia e Seus Símbolos


Em janeiro de 1963, durante a Reunião Anual do Conselho Diretor da FEBAB, foram postas em votação três sugestões, apresentadas pela Associação Paulista de Bibliotecários, Associação dos Bibliotecários do Município de São Paulo e Associação dos Bibliotecários do Paraná. A matéria visou fixar o modelo do anel de grau para os bibliotecários.


O pedido de pronunciamento foi encaminhado às Associações filiadas e Escolas de Biblioteconomia, através da Circular nº 17, de Novembro de 1962.


Na reunião do Conselho Diretor, com a maioria dos votos favoráveis, ficou decidido que o anel de grau dos bibliotecários deveria ter as seguintes características:


Pedra: Ametista


Emblemas: Lâmpada de Aladim e um livro aberto


Confecção - O anel deverá ser feito em ouro, tendo lateralmente os símbolos já mencionados, em platina para ficarem em relevo.



Considerações dos Símbolos


Ametista - Pedra preciosa de cor violeta. É uma variedade do quartzo, encontrada no Brasil, Uruguai, Sibéria e no Sri Lanka (ex-Ceilão). Classifica pedra da amizade, reforça a memória, preserva de alucinações. Defende contra a embriaguez. É a pedra usada para os anéis dos bispos.



Lâmpada de Aladim - Desde os tempos antigos simboliza a perene vigília, a atividade intelectual; o árduo trabalho das especulações litero-científicas.


Livro Aberto - Significa o oferecimento da educação e da cultura.




quinta-feira, 4 de junho de 2009

Biblioteconomia, o que é isso?



O curso de Biblioteconomia não é muito conhecido aqui no Brasil e nem muito respeitado. Ele é visto como a ciência das bibliotecas, mas na verdade ingloba muita mais coisas.


Biblioteconomia é a ciência que estuda os aspectos do uso e da disseminação da informação através de serviços e produtos informacionais. Trata sobre a análise, planejamento, implementação, organização e a administração da informação em bibliotecas, bancos de dados, centros de documentação, sistemas de informação e sites, entre outros.


É um ramo da Ciência da Informação, que tem dentro os seus objetivos: Desenvolver capacidades para pensar, inovar e executar para o futuro, atendendo com competência, criatividade e oportunidades tecnológicas as diferentes demandas de informação da sociedade. Desenvolver domínios sobre as tecnologias da informação, processos administrativos (planejamento), competência nos processos de tomada de decisões e resoluções de problemas, orientação para o usuário, compreensão do sentido de tempo e custo da informação e equilíbrio entre as habilidades tradicionais e novas habilidades. Possibilitar o desenvolvimento da capacidade crítica e analítica do profissional tornando-o capaz de atender a demanda atual e apto a exercer os papéis a eles destinados em função das mudanças que vêm ocorrendo mundialmente, seja pela globalização da sociedade, seja pelos novos paradigmas do mundo moderno.


Mais Informações sobre o curso



terça-feira, 2 de junho de 2009

Bem Vinda ao Blogger



Mais um blog com um conteúdo inteligente está no ar. Como parte de um trabalho de informática, do curso de Biblioteconomia e Gestão da Informação. Os alunos têm o objetivo de criar um blog como instrumento de gestão da informação.

Esse blog tentará seguir esse objetivo, trazendo o maior numero de informações interessantes e com um conteúdo inteligente.