sexta-feira, 31 de julho de 2009

Férias!!!!!!


Origem do Termo

O termo férias designa o período de descanso a que têm direito empregados, servidores públicos, estudantes etc., depois de passado um ano ou um semestre de trabalho ou de atividades. Provém do latim 'feria, -ae', singular de 'feriae, -arum', que significava, entre os romanos, o dia em que não se trabalhava por prescrição religiosa.

A palavra latina encontra-se também na denominação dos dias da semana do calendário elaborado pelo imperador romano Constantino, no século III d.C., que os santificou com o nome de 'feria' e o sentido de comemoração religiosa: 'Prima feria, Secunda feria, Tertia feria, Quarta feria, Quinta feria, Sexta feria e Septima feria'. No século IV, ainda por influência da Igreja, 'prima feria' foi substituído por 'Dominicus dies'(dia do Senhor) e 'septima feria' transformou-se em 'sabbatu', dia em que os primeiros judeus cristãos se reuniam para orar. A língua portuguesa foi a única a manter a palavra 'feira' nos nomes dos dias de semana.


Férias Escolares no Brasil

As férias escolares geralmente variam entre 90 e 120 dias, não consecutivos. No Brasil, consideram-se como meses de férias escolares: janeiro, julho e dezembro. Algumas escolas e universidades também consideram parte de fevereiro como período de férias. Para os estudantes da rede pública de ensino, o período de férias é de uma semana em julho, uma semana em dezembro e todo o mês de janeiro.


quinta-feira, 2 de julho de 2009

Arte com Livros







Fonte: http://fabiolascully.wordpress.com/category/arte-em-livros-e-bibliotecas/

As Fantasticas Salas do Conhecimento (III)


Biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda – Lisboa


Colégio Nacional de Buenos Aires


Antiga Biblioteca Nacional – Buenos Aires


Biblioteca Waldsassen – Bavaria (Alemanha)


Biblioteca George Peabody – Maryland (EUA)


Melk Monastery Library – Áustria


Biblioteca Handelingenkamer Tweede Kamer Der Staten – Holanda


Biblioteca do Parlamento – Ottawa (Canadá)


Stiftsbibliothek Klosterneuburg – Áustria


Sala de Leitura da Universidade de Berkeley – Estados Unidos


Biblioteca Di Bella Arti – Milão (Itália)


Biblioteca Widener de Harvard – Estados Unidos


As Fantasticas Salas do Conhecimento (II)



Biblioteca Castilla - La Mancha / Espanha


Biblioteca Solvay – Bruxelas


Boston Athenaum – EUA


Biblioteca de Codrington / Universidade de Oxford - Inglaterra


Biblioteca Bodleiana / Universidade de Oxford - Inglaterra


Biblioteca Harper / Universidade de Chicago


Biblioteca Estadual de Legislatura – Iowa / EUA


Sala de leitura do Museu Britânico


Biblioteca Riksdagen do Parlamento Sueco – Estocolmo


Biblioteca Saxônica de Dresden – Alemanha


Biblioteca Estadual de Victoria – Austrália


As Fantasticas Salas do Conhecimento (I)


S. João Evangelista / Biblioteca Strahov (gabinete barroco) – Praga



Real Gabinete Português de Leitura – Rio de Janeiro


Stiftsbibliothek St. Gallen / Suíça



Biblioteca John Rylands – Manchester



Biblioteca Nacional / Paris



Cornell Law School – Nova York



Biblioteca klementium- Praga



Biblioteca Pierpont Morgan – Nova York



Biblioteca do Monastério Beneditino de Admont – Áustria



Biblioteca Riggs / Universidade de Georgetown – Estados Unidos



Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra

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O Palácio Nacional de Mafra é um palácio e mosteiro monumental de estilo barroco localizado em Mafra (Portugal) a cerca de 25 quilómetros de Lisboa. Foi iniciado em 1717 no reinado de D. João V, em consequência de uma promessa que o jovem rei fizera se a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi considerado uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007.

O maior tesouro de Mafra é a sua biblioteca, com chão em mármore, estantes em estilo rococó e uma coleção de mais de 40.000 livros com encadernações em couro gravadas a ouro, incluindo uma segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões. Situada ao fundo do segundo piso é a estrela do palácio, rivalizando em grandiosidade com a Biblioteca da Abadia de Melk, na Áustria. Construida por Manuel Caetano de Sousa, tem 88 m de comprimento, 9.5 de largura e 13 de altura. O magnífico pavimento é revestido de mármore rosa, cinzento e branco. As estantes de madeira estilo rococó, situadas em duas filas laterais, separadas por um varandim contêm milhares de volumes encadernados em couro, testemunhando a extensão do conhecimento ocidental dos séculos XIV ao XIX. Entre eles muitas jóias bibliográficas, como incunábulos. Estes volumes magníficos foram encadernados na oficina local, também por Manuel Caetano de Sousa.



quarta-feira, 1 de julho de 2009

Biblioteca do Vaticano

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A Biblioteca Apostólica Vaticana é a mais antiga biblioteca da Europa, mesmo não sendo a primeira biblioteca Papal. Foi o primeiro núcleo de coleções pontifícias (religiosas), fundada por Nicolau V em 1450, com a herança das velhas bibliotecas dos Papas.

Em 1475, seu sucessor, Sisto IV, fiel ao espírito renascentista, decidiu permitir o acesso dos eruditos aos 2.524 textos santos e profanos ali reunidos. No começo, a biblioteca teve um caráter especial: era composta por Bíblias e trabalhos teológicos, mas especializou-se depois em trabalhos seculares, sobretudo, os clássicos em grego e em latim.

Atualmente possui mais de 8,3 mil incunábulos (livros impressos nos primórdios da imprensa, por volta do século XV), 150 mil codex manuscritos, 100 mil gravuras e desenhos, 300 mil moedas e medalhas e quase 20 mil objetos de valor artístico.

Alguns dos principais assuntos cobertos por essa biblioteca são: ciência, arte, Reforma Protestante e a Contra-Reforma Católica. Na ciência, porque foi criada sob o influxo do Iluminismo, reunindo o entusiasmo dos eruditos pela arqueologia, com a nova consciência da história desenvolvida no século XVIII. Na arte, pois incluía não apenas livros, mas também curiosidades e objetos de interesse artístico e científico.

Por fim, na religião, devido a participação dos Papas, com suas coleções particulares. A estrutura das coleções é dividida pela língua (idioma: grego e latim). Todos os manuscritos, nas várias coleções, são limitados em códices seqüencialmente numerados. Um artigo em um codex é identificado corretamente pelo nome da coleção apropriada, da língua, do número e da folha ocupado pelo artigo.

Os bibliotecários eram freqüentemente distintos "scholars" homens cultos, estudiosos e de formação humanística, exemplo os Papas e os monges.

Foi desenvolvido por cientistas norte-americanos um grandioso e complexo projeto de microfilmagem dos tesouros bibliográficos da Biblioteca Vaticana, sobretudo dos manuscritos. Tal trabalho possibilita aos interessados, cópias em microfilme dessas fontes históricas de informação, poupando-os de uma viagem a Roma, porém, há necessidade de se verificar primeiramente, a atualização das obras nas coleções.

Há também um sistema de identificação RFID, com chips, que visa reduzir os riscos de roubos e facilitar os trabalhos diários na biblioteca, como a revisão das salas, a organização dos livros nas estantes e a classificação de 1,7 milhão de obras.





As 2 Maiores Bibliotecas do Mundo

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Library of Congress
Washington (EUA)

• 29 milhões de livros impressos em 470 línguas
• 58 milhões de manuscritos
• 12 milhões de fotografias
• 4.8 milhões de mapas
• 2.7 milhões de arquivos de áudio
• 500 mil microfilmes
• 850 quilômetros de estantes



Biblioteca Britânica, em Londres:

• 25 milhões de livros impressos
• 4 milhões de mapas
• 625 quilômetros de estantes



Fonte: http://forum.outerspace.com.br/showthread.php?t=87918